Banda da região é indicada ao maior prêmio da música católica do Brasil

Pastoral da Comunicação

10/06/2022

Neste ano, a banda católica chamada “Terra da Cruz”, que atua na diocese, foi surpreendida com duas indicações ao prêmio “Louvemos o Senhor”, promovida pela Associação do Senhor Jesus (ASJ). O evento é de nível nacional é já tem mais de dez edições. O grupo concorre nas categorias: Álbum do Ano e Banda do Ano.

Indicação: Álbum do Ano
Indicação: Banda do Ano

“Não investimos e trabalhamos com a Terra da Cruz com o objetivo de receber premiações, porém com certeza isso acaba sendo um carinho e um consolo muito grande de Nossa Senhora. Um sinal de que temos que continuar nos esforçando pela nossa vocação”, destaca um dos integrantes, Pedro Agudo Ferraz.

No próximo dia 22 de junho ocorre o Show de Premiação da 13ª Edição Troféu Louvemos o Senhor onde homenageará cantores, compositores, produtores técnicos e musicais em diversas categorias.

História da banda

O grupo católico é formado por Pedro Agudo Ferraz (Voz e Violão), 31,  Gabriel Barbosa (Voz, Piano e Gaita), 25, e Denilso Botelho (Violino), 30. “Cada membro é de um canto da diocese e serve em lugares diferentes também. Nos juntamos para fazer esse apostolado de gravação, shows e eventos com nossas músicas autorais”, destaca Pedro.

Grupo foi formado em 2017 e lançou o primeiro álbum no ano seguinte (Pedro Ferraz / Cedida)

No dia 13 de maio de 2017, festa de 100 anos de Nossa Senhora de Fátima, Pedro afirma que gravou a música “Hino ao Imaculado Coração” de forma caseira, com o celular, e publicou no Facebook. Isso desencadeou muitos pedidos para que começassem algo sério de divulgação das canções.

“Nunca almejei ser um artista católico. As circunstâncias e necessidades do apostolado foram de repente surgindo para estar a serviço de Nossa Senhora através da música”, destaca o músico.

O nome da banda “Terra da Cruz” é inspirado no nome “de batismo” do Brasil, Terra da Santa Cruz. “Ele demonstra que assumimos o trabalho de auxiliar – dentro das nossas limitações – na vocação do país de ser uma nação verdadeiramente católica, que testemunha para o mundo a sua fé, herdeira das promessas de Nossa Senhora em Fátima”, explica Pedro.

Álbuns

O primeiro álbum lançado pelo grupo foi em 2018. Na época, boa parte das músicas já estavam compostas. Os músicos dizem que Pedro as escreviam em suas orações, por devoção, sem pretensões de trabalhar com isso. Alguns amigos insistiram muito para que ele começasse a divulgar as composições e ele acabou cedendo. Assim, o grupo conta com dois álbuns lançados:

– 1º Álbum foi lançado em 2018 e chama-se: “Ao Coração de Maria” (10 músicas);

– 2º Álbum foi lançado em 2021: “Pela Tormenta” (11 músicas).

De acordo com a banda, as músicas são devocionais, um chamado a oração e intimidade com Jesus Cristo e Maria Santíssima.

“Muitas vezes lembramos em nossas letras sobre o lugar que o católico deve ocupar no Calvário, ao lado da cruz. Buscamos cantar em vários momentos os ensinamentos contidos em escritos de santos e na espiritualidade tradicional católica. Tudo focado na esperança de conseguirmos ajudar quem ouve nossas canções a desejar amar Jesus e Maria cada vez mais”, ressalta Pedro.

O repertório autoral é utilizado mais em shows e eventos da banda. Em missas e casamentos, o grupo dá prioridade para o canto Gregoriano e Polifônico Sacro. Atualmente, como apostolado em conjunto, o grupo serve cerca de duas vezes ao mês na Paróquia São Francisco de Assis, em Presidente Prudente (SP).

Atualmente

No canal da banda no YouTube, já são 20 mil inscritos e mais de 2 milhões de visualizações nos vídeos. Uma das publicações mais famosa do grupo é a música “Hino ao Imaculado Coração”, que conta com quase 200 mil visualizações.

Terra da Cruz – Hino ao Imaculado Coração (YouTube / Reprodução)

Na plataforma Spotify, o grupo tem 15 mil ouvintes mensais. Eles também contam com uma loja para venda de camisetas católicas e os CDs.

Para este ano de 2022, a banda prepara novos singles e clipes. “Temos em vista gravar um terceiro álbum dentro de dois anos, porém acabamos dependendo muito de benfeitores e providências”, destaca Pedro.

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